BRASIL, Sudeste, VOLTA REDONDA, Mulher, de 26 a 35 anos, Livros, Games e brinquedos, figurinhas
Outro - @VenenoUrgente

 

   

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Veneno Urgente



Sobre o ciúme

Hoje vou escrever para você uma história que um vendedor me contou. Mas fique tranquilo, não foi aquele chato do Augusto Cury, que se intitula “vendedor de sonhos”, que me falou. Foi um vendedor muito mais legal. Você não tem ideia do que tem de vendedor fofoqueiro por aí. Fofoca não é território exclusivo das mulheres. Eles a-do-ram falar da vida alheia. Eu, que sou fã de uma boa história, fico só na espreita, esperando a hora de dar o bote. Fique agora com a história do Éder - preciso explicar que mudei o nome do personagem? Não, né? Que ótimo.

***

Éder é o típico vendedor boa praça: conversa com todo mundo, conta piadinhas bobas, sempre na esperança de conseguir tirar um centavo daqui e fechar uma grande venda ali. Atualmente deve estar beirando os 65 anos. Continua vendendo de tudo um pouco. Só que ninguém entende o porquê da esposa dele estar sempre com ele. Sempre mesmo. É ela quem atende ao celular. Ela fica do lado de fora dos clientes esperando ele terminar de atendê-los. Sempre por perto, marcando território, como um pinscher ensandecido. Não pense que Éder faz o tipo vovô gatão! Muito pelo contrário. Anda de calça jeans surrada, camisa de malha normal e cultiva uma barba digna do Papai Noel. Mas, como diz a minha mãe, “quem ama um feio, bonito lhe parece”.

O caso que vou contar se passou há uns 20 anos. Talvez seja por causa disto que a esposa de Éder seja uma espécie de sombra dele...

Vendedores sempre estão à procura de novas frentes de mercado. Boas oportunidades são encontradas nas feiras de produtos. Éder foi a uma. Nesta época ele morava nos arredores da cidade do Rio de Janeiro. A feira era longe, precisou ir de carro, não existiam celulares, GPS, redes sociais... Pra completar o quadro, choveu. Daquelas trombas d’água de arrasar. Quem conhece o Rio, sabe que, quando chove, tudo pára. O caos se instala.

Os galpões da feira foram inundados, produtos foram perdidos, chovia dentro do lugar, todo mundo ensopado. Éder, muito gente boa, resolveu oferecer carona para um colega vendedor. Só que o amigo estava de olho numa promotora de vendas e estendeu o convite para a moça. Moça que, ao sair do local, resolveu trocar de roupa. Tirou o uniforme completamente molhado e colocou numa sacola.

Éder, para ser gentil, deu uma tremenda volta para deixar a moça e o colega em casa. Eles moravam no mesmo bairro, mas era contra mão de onde ele precisava ir. Chegou em casa tarde da noite, cansado, com fome, úmido, mas satisfeito consigo mesmo de ter dado um empurrãozinho na vida amorosa do colega. Deu um alô para a patroa e só conseguia pensar em tomar um bom banho. O telefone de casa tocou, a esposa, obviamente atendeu. Era o amigo da carona. Éder atendeu ao telefone e o amigo disse que a moça havia esquecido uma sacola no carro dele, com o uniforme dela e queria saber se ele podia devolver. Era longe e ele estava cansado. Prometeu que, no dia seguinte, dava um jeito de encontrar com ele antes do evento, para devolver a roupa da moça. Foi tomar seu banho.

 A esposa dele, que sempre fuçava tudo, resolveu dar uma busca no carro. Sempre via manchas duvidosas, papéis incoerentes, tudo era motivo de desconfiança e um interrogatório digno dos porões da ditadura. Era muito ciumenta. Beirava o desvario. Para surpresa dele, ela aparece no banheiro aos berros, soltando palavrões que fariam qualquer pedreiro ficar envergonhado...

Tinha encontrado uma sacola com roupas de mulher molhadas dentro do carro... Tremia de ódio. Espumava. Parecia um animal feroz enjaulado. Não quis saber de conversa. Pegou uma tesoura e cortou a roupa em pedacinhos, enquanto soltava impropérios...

Depois de umas duas horas explicando que focinho de porco não era tomada, ela se acalmou e Éder teve que ligar para o amigo. Disse que a esposa havia picado a roupa da moça e que ela teria que ir trabalhar sem uniforme. Depois disso, Éder e a esposa sempre foram vistos juntos. Onde ele tirava o pé, ela colocava. E nessa obsessão doentia, eram felizes do jeito deles. 



Escrito por Flávia Rocha às 21h35
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Sobre a modinha do politicamente correto

A montagem acima está rolando no Facebook há um tempo e me fez pensar numas coisas. Quando eu era criança me chamavam de branca azeda, lagartixa, bicho de goiaba, leite azedo e outras coisas suaves e bonitas como essas. Claro que esses chamamentos não eram exclusividade minha. Se você era gordo, imediatamente, virava Nhonho ou Filhote de elefante. Se usava óculos, era quatro olhos. Se tinha cabelo encaracolado e loiro, miojo... E por aí vai.

Engraçado, quase todas as pessoas que estudaram comigo, eram chamadas de coisas desse gênero e não morreram por causa disso. E não deixaram de ir à escola por causa disso. E não deixaram de viver por causa disso. E, muito menos, de ser feliz.

Agora até para você fazer uma piada, vem a turma do politicamente correto e ferra com tudo. Vamos combinar: ô povo chato! Ô povo mal resolvido! Ou melhor: ô povo mal comido. Ficam arrumando pinimba com qualquer idiotice. Criam caso com tudo e com todos. Coisa mais chata! Por quê não vão lavar um tanque com roupa suja e páram de atormentar? Coisa de gente pequena. Que usa parelha. 

Eu, além de ser uma branca azeda, era uma branca azeda CDF. Caraca, como eu ficava irada quando me chamavam de CDF! Eu lá tenho culpa de ter facilidade para aprender as coisas? Eu lá tenho culpa de conseguir copiar o que a professora escrevia no quadro e conversar ao mesmo tempo? De tirar notas boas? De gostar de ler? E daí se eu já li Focault, Baudelaire (um chato de galochas, vamos falar a verdade), a maioria dos pré-Socráticos? Eu leio bula de remédio, lista telefônica e rótulo de xampu no banho! Claro que vou ler um livro bom em um dia... 

Isso não me faz melhor nem pior do que ninguém. Me faz apenas ser eu mesma. Agora que seria bom que as pessoas deixassem essa modinha do politicamente correto de lado, nossa, seria! Vamos viver pessoal. Do jeito que somos. Do jeito que dá. O importante é ser feliz. E isso não tem livro que ensine.  




Escrito por Flávia Rocha às 19h43
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Sobre eu despertar confiança nas pessoas

Acho que uma vez cheguei a comentar com vocês que as pessoas contam coisas para mim do "nada". Eu acabo de conhecer a pessoa e ela me conta coisas super pessoais. Coisas profundas. Segredos inacreditáveis. O que é uma contradição. Pois, como jornalista, adoro publicar uma boa história.  Então elas correm um sério risco comigo: de eu revelar facetas outrora ocultas. Mas acho que é isso mesmo que elas procuram. Uma vez falando com um jornalista, você tem que saber do "risco" que você corre.

Não existe criatura que consiga ser imparcial. E, ao contar uma história, por mais que você se atenha aos fatos, acaba colocando seu olhar particular sobre o tema. É ridículo pregar isenção, imparcialidade no jornalismo. Isto não existe. Não me venha com essa historinha para boi dormir.  Hoje eu vou contar para vocês uma história que eu ouvi num salão. Não importa a data, o local e sim, o que está por trás de uma mulher, que é claro, não se chama Joana. 

***

Joana tem uns 60 anos. É magra, tem cabelos castanhos e olhos tristes. Olhos de quem viveu algo que jamais vai esquecer. Joana se casou com o primeiro e único namorado. De família religiosa e do interior, seria impossível ser diferente. Ela tinha sonhos comuns das mulheres da época dela: cuidar do marido e dos filhos. 

Ele a tinha como um troféu. A achava linda. Mas tinha ciúme até da sombra dela. Tinha ciúme dela com a própria família, que era grande e unida. E não entendiam porque ela não os visitava mais nos finais de semana. Mas tudo piorou quando ela engravidou. O ciúme dele ficou incontrolável. E, a medida em que a barriga crescia, crescia a insegurança dele. Vendo coisas que não existiam, sentindo-se ameaçado por fantasmas de sua própria imaginação. o primeiro filho do casal nasceu e ele surtou de vez. 

Tentando fugir dos seus pensamentos macabros ele começou a beber. E o resultado não foi nada agradável. Ela a espancava diariamente. Ela precisou se afastar ainda mais dos familiares. Como explicar o olho roxo? A roupa rasgada? A alma dilacerada? 

A cada noite que ele saia para o bar, Joana se ajoelhava e orava. Implorando que Deus iluminasse o marido e o fizesse a voltar a si. Mas sempre que ele voltava de madrugada podre de bêbado, só fazia bater e bater ainda mais nela. Joana acreditava que o casamento era para todo o sempre. Indissolúvel. E ele sempre dizia que, caso ela contasse algo para seus familiares, ele simplesmente mataria um por um. Inclusive os quatro filhos que eles tiveram. 

E ainda havia outra coisa: ela o amava profundamente. Desesperadamente. E sempre estava a espera de um milagre divino. Até que um belo dia ele apareceu armado em casa. 

Ela não se desesperou. Já havia ultrapassado este limite há tempos. Ela orou mais uma vez. Sentindo o cano frio da arma na sua cabeça, pedia a Deus para qua não acontecesse nenhuma tragédia. Queria ver seus filhos crescerem e frutificarem. Queria viver em paz. Queria sorrir de novo. Ele, completamente louco, dizia coisas ininteligíveis e chorava ao mesmo tempo. 

Ela ficou presa desta forma durante uma semana. Até que ele precisou sair de casa. Tinha de trabalhar, dar uma explicação para os vizinhos, a família dela, inventar alguma história. A trancou dentro de casa e saiu. Ela só disse uma coisa:

- Que o Diabo te carregue!

Não tinha mais lágrima para chorar. Era uma época que não existiam celulares, poucas casas tinham telefone. Ficou lá. Presa. Ilhada. Amedrontada. Lutando para não enlouquecer. Chegou a noite e ele não apareceu. No dia seguinte, o pai de Joana bateu na sua porta. Ela não tinha como abrir. Inventou uma desculpa, trocando meia dúzia de palavras vazias pela janela. Ele contou que o genro havia sofrido um sério acidente de carro e estava entre a vida e a morte no hospital. Disse que iria chamar um chaveiro para que ela e as crianças pudessem se despedir dele.

Mais uma vez ela foi para o quarto chorar. Ajoelhou e orou. Orou como nunca havia feiro em toda a sua existência. Sentia-se culpada pelo que havia profetizado para ele. Pediu perdão a Deus. Perdão pelo seu algoz. Mas ela o amava. Ele era o pai dos seus filhos. Não sabia viver sem ter a respiração dele por perto. Sem ver as mãos calejadas e o cheiro de sabão. 

Ele ficou dois meses internado no hospital. Quebrou algumas costelas, fez várias cirurgias, mas sobreviveu. Não se sabe se foi a experiência de quase morte ou se foi a oração da mulher, o fato é que saiu de lá diferente. Nunca mais botou uma gota de álcool na boca. E, Joana, depois de anos, pode esperar a noite chegar sem temer pela própria vida. 



Escrito por Flávia Rocha às 23h42
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Sobre os meus 35 anos

Hoje eu completo 35 anos de vida. Engraçado como aniversário de adulto é diferente do de criança. A primeira ligação do dia foi do gerente da minha conta no banco me "felicitando". Surreal. E idiota. Fala sério, nem sei quem é a pessoa e o banco o obriga a fazer uma coisa idiota dessas. Ridículo. 

Depois acabei fazendo brigadeiro, pois a minha filha cismou que tinha de ter brigadeiro. Criança não entende o conceito "aniversário de adulto" e cisma com bolos, bolas e brigadeiros. Para não deixá-la triste, acabei fazendo o bendito do doce. Confesso que até raspei a panela, mas não comi nenhum. A balança não deixa. Apesar de ter, finalmente, conseguido baixar dos 80kg. 

De verdade, mesmo sem aparatos circences de festas hiperbólicas, o dia foi bom. Super quente, claro. Mas foi joia. Eu tenho saúde, uma filha linda, um marido que amo, um gato que ronrona, se isso não é ser feliz, não sei o que seria. 

E, se você acha que eu fico triste de estar fazendo 35, se engana. Me acho muito mais legal, interessante e articulada com essa idade do que quando eu tinha 25. Se bem que eu adoraria estar com meu corpinho de 10 anos atrás... Ah, que venham mais 35! Imagina eu setentona e verborrágica? Vai ser tudo de bom! =)



Escrito por Flávia Rocha às 21h06
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Sobre o gato

Olá, pessoas. Esse da foto é o mais novo integrante da nossa família. Ricardo sempre quis ter um gatinho e eu sempre brequei. Mas como dia 8 de fevereiro completamos 7 anos de namoro e eu estava sem grana para comprar um presente, arrumei o bichano. Para ser muito sincera, matei dois coelhos numa paulada só (afirmação ecologicamente incorreta, mas releve). Quando nos mudamos de cidade, prometemos à Isabela um bichinho de estimação. Ela disse que queria um gato. Se bem que ela pediu um gato rosa (haja imaginação e desenho animado) para combinar com a chupeta dela (teremos uma fashionista no futuro?)... Mas, depois de muito explicar que gato rosa não existia, minha filha é taurina e muito, mas muito, teimosa, ela aceitou um branco. 

Confesso que vim com o gato pra casa com uma sensação muito esquisita. Os dois ganharam um bichinho de estimação e eu cocô para limpar. Mas tá valendo. Nunca tive um felino na minha vida e está sendo muito interessante. Ele chegou aqui em casa dia 13 de fevereiro. Já vermifuguei, dei banhos (ele vai tomar banho toda semana - não me venha com essa de que gato não gosta de água. Eu sei, fico toda arranhada. Mas para morar nesta casa não pode ficar de poupança suja), troco a areia onde ele faz o cocô dele e ganho uns ronronados legais. 

O nome do bichano, oficialmente, é Bola de Neve. Coisa da Isabela e do Ricardo. Jamais daria um nome tão sem sal pra ele. De início ele era o Gato-gato. Original. No cotidiano todo mundo fala só gato mesmo. O gato fez isso, o gato fez aquilo. 

O bom disso tudo é que, dizem as más línguas, que toda bruxa tem um gato. Se bem que preto. Mas, como tudo comigo é às avessas, o meu é branco. Beijocas e até o próximo post. 



Escrito por Flávia Rocha às 20h24
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Sobre o meu sumiço

Bem, como costumam dizer: "Os vivos sempre aparecem". Pois é, voltei. E, desta vez, para ficar. Nossa, quanta coisa mudou. Saí do emprego, mudei de cidade, revi conceitos e estou me reinventando. Só pra variar... Não sei exatamente por onde recomeçar. O jeito é ir escrevendo e ver no que vai dar. Vou te situar um pouco para você não se sentir tão perdido. 

Por questões profissionais (da parte do marido) nos mudamos para Volta Redonda. O oposto de Petrópolis. Cidade quente. Muito quente. Quente demais. Ainda não sei se gosto ou não daqui. Tem dias que adoro. Outros nem tanto assim. Na minha cabeça ainda estou em processo de adaptação, apesar de estar aqui desde outubro. Pouco tempo, né? Não dá pra sacramentar nada definitivo ainda. Um dia de cada vez. 

O problema é que, com essa mudança, eu saí do emprego que eu gostava pra caramba. Amo televisão. Sempre tive o sonho de trabalhar em uma e acabei conseguindo. É tudo aquilo que todo jornalista acredita ser: estressante, cansativo, enlouquecedor, mas... ao mesmo tempo é inacreditavelmente bom. Sinto falta de trabalhar. Estou colocando currículos na cidade, mas sem conhecer ninguém fica um tanto quanto difícil. Mas vida que segue. 

Outra coisa estranha é que, como não estou ativa no mercado de trabalho, quase não saio de casa. Consequentemente não tenho amigos por aqui. Cumprimento um ou outro vizinho, claro, mas não tem empatia, entende? Isso a gente acaba construindo. Mas tudo está sendo criado. Não vou me estressar com pouca coisa. Nós viajamos, vamos visitar as pessoas, outras vêm aqui em casa e, graças a Deus, existe chamada de celular por R$0,25! 

Para começar, acho que deu. Depois eu posto outras coisas. Beijocas e até mais. 



Escrito por Flávia Rocha às 19h02
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Recomeçar

 

Texto de Carlos Drummond de Andrade

 

E é hoje o dia da faxina mental… joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes… fotos… Peças de roupa, bilhetes de viagens… E toda aquela tranqueira que guardamos… Jogue tudo fora… Mas principalmente… Esvazie seu coração… E fique pronto pra Vida!

“Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço não do tamanho que os outros me enxergam”.

Não importa onde você parou… Em que momento da vida você cansou… O que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.

Recomeçar é dar uma chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e o mais importante… Acreditar em você de novo.

Sofreu muito neste período?

Foi aprendizado…

Chorou muito?

Foi limpeza da alma…

Ficou com raiva das pessoas?

Foi para perdoá-las um dia…

Sentiu-se só por diversas vezes?

É porque fechaste a porta até para os anjos…

Acreditou que tudo estava perdido?

Era o início da tua melhora… Pois é… Agora é hora de reiniciar… De pensar na luz… De encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Que tal um corte de cabelo arrojado? Roupas novas? Um novo curso… Ou qualquer outra coisa. Olha quanto desafio…  Quanta coisa nova nesse mundo te esperando.

Ta se sentindo sozinho? Besteira… Tem tanta gente que você afastou com seu “período de isolamento”… tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.

Quando nos trancamos na tristeza… Ficamos horríveis… O mau humor vai comendo nosso fígado… Até a boca fica amarga…

Recomeçar…

Hoje é um bom dia para recomeçar novos desafios. Aonde você quer chegar?

Vai alto… Sonhe alto… Queira o melhor do melhor… Se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor… Só o melhor vai se instalar na nossa vida.  



Escrito por Flávia Rocha às 15h00
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Sobre o Gabriel

Sabe, a minha profissão é uma coisa de doido. Eu tive o privilégio de conhecer esse garoto aí, sapeca, debochado, risonho, fofo, um doce. E, de quebra, ainda ganhei uma amigona. A mãe dele. A Márcia. Vocês não tem ideia da força que tem essa mulher. O pai dele, o Sílvio, também é nota mil. Mas mulher, sempre acaba puxando a sardinha pro lado da outra, nada mais natural. Eles fizeram uma campanha aqui em Petrópolis para arrecadar o dinheiro para ir para a China fazer o tratamento com células tronco. Ficaram lá 43 dias. E ainda levaram a Maria Luisa, a caçula deles. Tem noção do que deve ter sido pra eles isso? Outra cultura, uma língua que a gente não entende bulhufas, uma comida mega diferente, dentro de um hospital 24 horas... Fora que ele teve reação e, na sétima aplicação, o médico veio com a novidade de que pro tratamento ser mais eficaz, o nosso Gabriel precisa voltar em, no máximo 9 meses. E a gente precisa de mais R$110 mil. Que foi dificílimo de conseguir da primeira vez, imagina agora da segunda!!! Por isto eu venho, pedir a todos os meus amigos que salvem este banner e divulguem a campanha. Eu vou colocar no youtube a reportagem que eu fiz dele e a família, após a viagem. E coloco o link para vocês assistirem. A campanha é seríssima e esse menino é mais um sobrinho do meu coração. Quem puder ajudar, eu agradeço do fundo da minha alma. Beijo no coração. Fiquem com Deus.



Escrito por Flávia Rocha às 07h59
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Sobre um dia de cão

"Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso
quando um cachorro entrou. 

Ele espantou o cachorro,
mas logo o cãozinho voltou. 

Novamente ele tentou espantá-lo,

foi quando viu que
o animal trazia um bilhete na boca.

 Ele pegou o bilhete e leu:
- Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor.
Assinado....   Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia
uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as
salsichas e a perna de carneiro,colocou numa embalagem plástica,
junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era
mesmo hora de fechar o açougue, ele
decidiu seguir o animal.

O cachorro desceu a rua, quando chegou ao
cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão
para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na
boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o
cão parou  em uma casa e pôs as compras na calçada.
Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.

 Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo,
foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando
alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

 O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-'Por Deus do céu,o que você está fazendo?
O seu cão é um gênio!'

A pessoa respondeu:
- 'Um gênio?
Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!'


Moral da História:

' Você pode continuar excedendo às
expectativas, mas para  os olhos de alguns, você estará sempre
abaixo do esperado'.   Qualquer um pode suportar a adversidade, mas
se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.

Se  algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não
é o de um profissional, lembre-se:
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.

***

Bem, eu não sou perfeita. Se o fosse, não estaria aqui, neste planeta de provas e expiações. Mas eu tento fazer as coisas da melhor forma possível. Sempre procuro dar o máximo de mim. Visto a camisa, sempre vou além e fico muito chateada, mas muito MESMO, quando percebo que não vêem isto. Tô triste sabe? É só paulada no lombo. Só coice. E com força. Nem com a Santa Fluoxetina em ação, e com dosagens altíssimas, tô dando conta. Tô perdendo o estímulo. A vontade de seguir em frente e, se isto acontecer mesmo, como vai ser? Não sei. Não sei mesmo. Que nhaca, viu?



Escrito por Flávia Rocha às 22h00
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Piadinha infame - mas ótima

Após a cerimônia de cremação da sogra, todos os familiares e amigos da mesma se encontram ao redor da urna contendo as cinzas e olhando o forno ainda quente.

  Depois de alguns minutos em que muitos murmuravam diante da cena e não sabiam exato o que fazer... o genro, que havia bebido todas, pede a palavra para discursar.

  Sobe com dificuldade em um banco e brada na maior comoção etílica:

- E agora, meus amigos ..., uma salva de palmas pro churrasqueiro !!!!!!



Escrito por Flávia Rocha às 22h42
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Os 10 mandamentos do jornalista

Paul Johnson*

01 – Compromisso com a verdade;
02 - Senso de responsabilidade pelo que é publicado;
03 – Julgamento criterioso das implicações dos eventos noticiados;
04 - Espírito “missionário” de educar a sociedade;
05 - Distinguir entre opinião pública (no seu sentido histórico) e opinião popular, transitória e volátil;
06- Capacidade de liderança;
07- Coragem;
08 – Admitir os próprios erros;
09 – Equidade, tolerância e senso de justiça;
10 – Respeitar e honrar as palavras;

*Paul Johnson é Jornalista e Escritor, ex-editor da revista “New Stateman” e colaborador do “The New York Times”, “Washington Post” e “Wall Street Journal”.



Escrito por Flávia Rocha às 09h22
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Fechada para balanço

Vou  desaparecer por um tempo do mundo virtual. Não sei se volto, quando volto. Mas está tudo bem. Meu coração está em paz. Beijos pra quem, realmente, gosta de mim.



Escrito por Flávia Rocha às 14h00
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Sobre a corrupção

No dia 19 de agosto de 1597, o Rei de Portugal,

Felipe I, chamado O Prudente, recebia denúncia de

que dinheiro público confiado ao governador-geral

estava sendo aplicado em obras nos engenhos

particulares no Brasil. Como não se tomou providência,

413 anos depois o crime continua sendo

tolerado.

 

By Wilson Cid

 



Escrito por Flávia Rocha às 06h56
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Sobre a Katicilene Aparecida

Prazer, Katicilene Aparecida. Sim, mudei de nome graças à esta língua que não cabe dentro da boca. Explico. Meu guarda roupa está uma farofa. Não acho nada dentro dele. Aliás tenho medo dele ter virado um portal para uma outra dimensão e ser sugada, a qualquer instante, para outra galáxia qualquer. Se bem que, isto até que não seria de todo uma má ideia... Fui falar isto no salão que eu frequento e disse, batendo nos peitos:

- Se neste final de semana não arrumar meu guarda roupa, eu mudo de nome. Podem me chamar de Katicilene Aparecida.

Passaram-se os dias, retornei para dar um jeito nas unhas e a Déa me perguntou:

- E aí, arrumou teu guarda roupa?

Eu nem lembrava mais da história, pra ser sincera. Mas é indiscutível a situação medonha em que o mesmo se encontra. Respondi que não. Ela estendeu a mão e soltou:

- Prazer, Katicilene Aparecida.

Bem feito pra mim. Eu devia cortar essa minha língua. Nhaca! Ah, o guarda roupa continua lá, do mesmo jeito. Estou sem coragem de encarar aquilo. Parece que o Katrina passou por lá. Katrina não, foi só a Katicilene Aparecida mesmo.

Bom dia, pra vocês. E força na peruca que a avenida é longa.



Escrito por Flávia Rocha às 06h44
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Mensagem

Se os teus sonhos mais caros ameaçam desmoronar

Prossegue tu construindo

Só o amor de Deus é eterno e maior que toda tribulação

Ora com Ele e Ele vai te ajudar

Deixa Jesus trabalhar na sua vida e não faz nada pra atrapalhar.

                                                                  Pelo espírito de Sheila



Escrito por Flávia Rocha às 12h16
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